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Natural Forest prepara uma das principais festas de sua história

Dia 11 de Junho o Natural Forest Club prepara uma das principais festas de sua história. O club terá um line up com vários destaques e com uma mega atração internacional pela primeira vez na região. Em breve mais informações.

Evento goo.gl/xamwJo
Ingressos goo.gl/Vrurd4
Postos de venda goo.gl/K7yINR

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Renato Ratier, profissional a toda prova

A música e todo o universo que a rodeia sempre foram as principais fontes de inspiração no cotidiano de Renato Ratier. Quando nos anos 1990 começou a transbordar a onda da música eletrônica pelo mundo com mais intensidade, Renato iniciou suas próprias pesquisas sonoras ainda em Campo Grande, capital do Mato Grosso do Sul. Logo foi para os Estados Unidos conhecer de perto o novo universo musical que despontava.



Na Califórnia ele teve contato intenso com produtores, DJs e clubes de house, techno, rock e funk. Renato Ratier voltou a Campo Grande em 1994 trazendo na bagagem, na cabeça e no coração as batidas eletrônicas que se transformaram em festas, programas de rádio e fanzines. Tudo girava em torno de sua loja, onde ele mesmo vendia discos, CDs e roupas de várias grifes, inclusive das suas próprias marcas Tillt e Valet.



Por lá circulava a juventude campo–grandense ávida por informação, e Renato se transformou numa espécie de agitador cultural. Das primeiras raves do Centro–Oeste com famosos DJs internacionais à inauguração do D–Edge, primeiro clube de real influência musical e comportamental no interior brasileiro, Renato Ratier se firmou como DJ e produtor cultural. Logo no início de 2000 ele inaugurou o D–Edge e desde então, com mais intensidade, Renato Ratier e seu clube transformaram–se em irradiadores da cultura clubbing em Campo Grande. Foi um alargamento das fronteiras musicais e comportamentais no interior do Brasil.

A carreira profissional de Renato andava a passos largos pautada pela house music. Em 2003, já com o clube D–Edge estabelecido em Campo Grande e com repercussão internacional (vide revistas Wallpaper e Frame), Renato surpreendeu a todos e inaugurou o segundo clube D–Edge, agora em São Paulo. O que parecia improvável – a filial de um clube do interior no pólo cultural brasileiro – hoje é consenso de público e crítica especializada e tornou–se referência de música eletrônica de vanguarda no Brasil e no exterior.
No período a partir de 2003, o DJ Renato Ratier passou a introduzir em seus sets novas sonoridades e enveredou pelo electro house e electro rock. As influências mais imediatas dessa época são Tiefschwarz, Freeform Five, Freaks e MANDY. Renato então passa a trazer muitos dos novos produtores europeus e americanos ao Brasil, e a sua festa semanal Freak Chic (às sextas–feiras no D–Edge) migra da house para sub–estilos como electro, disco punk, microhouse, electrohouse, electro rock, minimal techno entre outros. O público pôde sentir em tempo real a evolução dos timbres eletrônicos no Brasil e no exterior simultaneamente (o que por si só é um grande feito), além de notar as mudanças no estilo e no gosto do próprio DJ Renato Ratier. O clube paulistano D–Edge confirma sua excelência musical e a matriz em Campo Grande fecha e dá lugar ao Tozen, uma proposta inovadora em Campo Grande que conjuga clube, bar e restaurante. Hoje, a técnica apurada nas mixagens e a extensa pesquisa musical denotam a sensibilidade e a criatividade de Renato Ratier. Depois de muitas apresentações pelo Brasil e no exterior, o case de Renato transborda de novidades que traz de suas turnês internacionais, das constantes pesquisas e dos white labels que recebe de amigos produtores.

Ele tem se apresentado constantemente em festivais como o Skol Beats – em 2004 na tenda The End e em 2006 no palco principal – e super clubes como The End (Londres), Maria (Berlim) e outros.
Foram três turnês internacionais tocando nos principais clubes dos Estados Unidos em 2004 e da Europa em 2005 e 2006, que também marcaram muito o som dele. Ele ainda tocou na Cidade do Cabo (África do Sul, 2005) e em Miami durante a Winter Music Conference (EUA, 2006). Renato Ratier se apresentou ao lado, entre outros, dos DJs: Black Devil Disco Club, Oliver Huntemann, Michael Meyer, Dirt Crew, Daniel Hunt (Ladytron), New Order, Laurent Garnier, Kevin Saunderson, Josh Wink, LoSoul, Freeform Five, Tiefschwarz, David Angel, Mr.C, Crispin Dior, DJ T, Damien Lazarus, Drama Society, Silversurfer, Abe Duque, Riton, Headman, Derrick Carter, Chris Duckenfield, Mark Farina, Kaos, Geoffrey, Brett Johnson, Jasper Dahlback, Superpitcher, Phonique, John Larner, Neal Aline, Diz Washington, Magda, Richie Hawtin, Ali Schwarz, Jonene, James Curd, Ant, Llorca, Halo Varga, Jamie Hinnes e Dinky. Acesse o perfil oficial de Renato Ratier no maior Guia de DJs do Brasil, o GIGDJ.com.

Evento goo.gl/63hCT1
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O brutal bass do Chapeleiro chega ao Natural Forest Club

O DJ Chapeleiro começou ouvindo e tocando psytrance. Quando passou a produzir suas próprias músicas, criou o estilo brutal bass e se prepara para mostrar seu som agressivo na Tour DM7 Santa Catarina que irá acontecer dia 23 de Abril no Natural Forest Club. Saiba um pouco mais sobre a carreira e confira o que esperar do set do DJ.

Carreira

Menos de uma década havia se passado desde a primeira rave brasileira, quando Fabricio Beraldi passou da pista para o palco sob o nome Chapeleiro. Aos 14, ele já frequentava festas de música eletrônica em Araçatuba e se inspirava com Chemical Brothers, Daniel Waples e Calvertron. Na época, o psytrance era o som mais tocado, e foi esse som que inspirou Fabricio a se envolver na cena, que até então não passava muito do chamado underground.

Após oito anos como DJ, Chapeleiro passou para as produções e moldou o seu estilo até chegar ao que hoje chama de brutal bass. Com uma mistura de trance, techno e progressivo, ele evolve sua paixão por extraterrestres e chama a atenção ao fazer referências populares como o uso de samples do seriado Chaves, em Disco Voador, e de videogames, no caso de Chuva um trecho do grito de guerra do personagem Gangplank, do League of Legends.

Chapeleiro, cujo nome faz referência ao personagem de Alice no País das Maravilhas, nasceu em uma família de músicos (seu pai era baterista e tecladista), mas mesmo assim foi necessário algum tempo para conseguir apoio em sua nova profissão. À época, as raves ainda levavam má fama e sofriam repressão da própria sociedade, mas, com o tempo, a profissionalização dos DJs ajudou a acabar com essa má impressão.

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